Lula pode estar articulando disputar eleições de 2018 pelo partido REDE. Marina Silva seria a vice

Queda

Lula está tentando se se impor e visa unicamente sua campanha política para 2018. Vendo o constante crescimento da oposição e uma rejeição pelo governo petista, até mesmo entre seus próprios seguidores, Lula partiu para escalar aliados em cargos estratégicos.

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Sai Levy, entra Meirelles. Sai Cardozo, vem Jobim. Assim teria seguidores garantindo seu comando e daria o recado: Aqui quem manda sou eu. Só que ele quebrou a cara.

Já a presidente Dilma, garantida por apoio da maioria dentro do bloco governista, disse chega! Quem manda aqui sou eu. Eu sou a presidenta!

Lula não quis encarar Dilma e se viu forçado a parar com as articulações, sentindo que já não é mais a celebridade dentro do partido e o único que poderia disputar as próximas eleições presidenciais pelo PT.

Marina Silva vibra com essa guerrinha de poder. Cresce a possibilidade da ex-senadora ser vice do seu mestre, ambos concorrendo pela REDE.

A guerra de Lula contra Cardozo tem outro agravante. O ex-presidente quer obrigar o ministro da Justiça a coibir investigações contra ele e sua família, por saber dos prejuízos para sua imagem.

Caso os chamados  “ROUBOS EM DEFESA DO POVO” viessem a público, o país entraria em choque. Se somos todos iguais perante a Lei, o que explicaria tamanhos privilégios, já que não possui foro privilegiado?

Quem acompanhou articulação de Lula, mobilizando todo seu exército, vê uma sequência de incidentes, como a maior derrota política do sujeitinho, nos corredores do próprio PT.

Enquanto ocorrer essa queda de braços egoísta entre Lula e Dilma, a última coisa que podemos esperar é que a presidenta cumpra sua agenda e governe para o povo.

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