Jucá analisa o fim do foro privilegiado e usa linguagem de butiquim

Para quem criticava Lula e Dilma pela ‘falta’ de vocabulário, eis que surge Romero Jucá com seu ‘excesso’ de vocabulário

Há um ditado que diz: “Nunca se ache demais, pois tudo que é demais sobra”

O vocabulário do nobre senador Jucá, também conhecido pela Lava-Jato como Caju, está extrapolando os limites do normal.

Vamos explicar:

No dia de hoje, deputados da base do governo e também da oposição cogitaram aprovar uma PEC para retirar o foro privilegiado de magistrados e membros do MPF.

A chantagem está sendo colocada em pauta porque o STF poderá restringir o foro dos políticos somente para crimes cometidos durante o mandato atual.

Ou seja, vários políticos envolvidos na Lava-Jato cometeram crimes antes e durante seus atuais mandatos […]

No quesito ‘durante o mandato atual’ eles ficariam protegidos, já no quesito ‘antes do mandato atual’  eles passariam a responder pelos delitos em primeira instância e correriam o risco de perder a ‘licença eterna de lesa-pátria’.

Retomando o raciocínio do primeiro parágrafo, Romero Jucá apareceu para analisar o fato usando seu rico vocabulário … rico em besteirol:

“Se acabar o foro, que seja para todos. Suruba é suruba. Aí sim … todos ficarão na suruba, e não será uma suruba selecionada”, disse o senador em entrevista ao Broadcast Político do Estadão.

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