Fidel Castro acumulou mais patrimônio que a Rainha Elizabeth, 900 milhões de dólares

Em 2012, o presidente cubano era o sétimo líder mais rico do mundo, segundo a Forbes. As rainhas Elizabeth da Inglaterra e Beatriz da Holanda ficaram abaixo de Fidel na classificação, cuja fortunas somadas foi estimada em 800 milhões de dólares.

A Revista Forbes publicou em 2013 uma lista dos 10 governantes mais ricos do mundo. A fortuna de Fidel Castro tem crescido muito nos últimos anos, dado que em 2003 era estimada em 110 milhões. Dois anos depois (2005), ela cresceu para 550 milhões (uma quantia cinco vezes maior), segundo matéria da agência EFE divulgada no jornal uruguaio El Observador.

A fortuna do líder comunista chegou a 900 milhões em 2012, ou seja, seu patrimônio praticamente dobrou. “Nós supomos que ele tem o controle econômico do país através de uma rede de empresas estatais, incluindo o Centro de Convenções, Cimex, lojas de varejo e a empresa Medicuba, que vende vacinas e outros produtos farmacêuticos produzidos em Cuba”.


Mensalmente, os irmãos Castro se apropriam de cerca de 30 milhões de dólares, segundo fontes de inteligência. Alguns exemplos do patrimônio de Fidel Castro: 30 mansões espalhadas pelo país; a casa onde Fidel mora, que tem sua réplica exata no subterrâneo, que serve como abrigo antinuclear onde se pode, teoricamente, permanecer 12 meses sem sair e que o povo cubano desconhece; a frota de Mercedes Benz blindados de Fidel. Os irmãos também adquiriram um avião Iliuchin particular de mais de 100 milhões de dólares e outro VIP, que estão prontos 24 horas por dia para realizar a fuga da família no caso da queda do regime; seus helicópteros particulares; a ilha particular em Cayo Piedra, etc.


Parte da fortuna advém também da produtora de rum Havana Club, que foi vendida por 50 milhões de dólares à francesa Pernod Ricard.

A divulgação apontou que que Fidel passou para trás fortunas como: do presidente africano da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, que somava 600 milhões; da Rainha Elizabeth II da Inglaterra, com US 500 milhões e, finalmente, da Rainha Beatriz da Holanda, com 270 milhões.

A FORTUNA DE FIDEL

Grande parte dos frutos gerados pela economia cubana vai para os bolsos de Fidel, que com a outra parte paga a fidelidade dos generais que mantêm sob mão de ferro o povo cubano.

Além disso, a venda do petróleo da Venezuela, 40% do turismo de negócios e a venda de moeda estrangeira na ilha tornaram-se monopólio absoluto dos irmãos Castro há várias décadas.

EX-SEGURANÇA DE FIDEL REVELA DETALHES

Fidel nunca abandonou os confortos capitalistas, nem escolheu viver com austeridade. seu modo de vida é de um capitalista sem limites”, diz o ex-guarda-costas do “Comandante ” no livro “La Vie Cachee Fidel Castro”, com possível tradução de “A Vida Oculta de Fidel Castro”, segundo divulgado em matéria do Portal Conservador.

O livro conta a história que nenhum idealista quer ouvir: o “paraíso socialista” é governado há 55 anos por homens que vivem com luxos inimagináveis para muitos líderes de avançados países capitalistas.

Gylden, autor do livro, adiantou alguns detalhes chocantes. Por exemplo, o ex-presidente cubano vive na ilha privada de Cayo Piedra, localizada ao sul da Baía dos Porcos. Conforme descrito por Sanchez, lá foi construído um Jardim do Éden.

Para sair desse paraíso para o resto de Cuba usa um iate de luxo, a Aquarama II, construído com madeira importada de Angola e quatro motores doados por Leonid Brezhnev, um dos últimos presidentes da União Soviética. Por terra, geralmente se movem em Mercedes-Benz.

Em Havana tem sua própria mansão, incluindo um Bangalore com porto, um centro médico, uma quadra de basquete e até mesmo uma pista para jogar boliche no telhado.

O ex-presidente sempre se move com uma escolta de dez seguranças. Dois deles devem ter o mesmo tipo de sangue e fator, a ser potenciais doadores, se necessário.

Além de fumar os melhores charutos cubanos, é um amante do uísque. Seu favorito é o caríssimo Chivas Regal, importado da Escócia.

“Era como um deus. Eu degustava cada palavra que ele falava e acreditava em tudo que dizia , seguindo-o em todos os lugares e também teria morrido por ele.” Assim sentia Sanchez e muitos daqueles que serviram Castro.


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