Ex-funcionário do Ministério da Agricultura (preso pela PF) tinha vários processos disciplinares

Daniel Gonçalves, ex-superintendente do Ministério da Agricultura, preso hoje pela PF na Operação Carne Fraca (que deveria se chamar Carne Estragada), tinha uma dúzia de processos disciplinares por denúncias sobre cobrança de propina.

Na época em que estava na pasta, as denúncias vinham das próprias empresas que se sentiam pressionadas pelo funcionário público ‘temporário’.

As propinas eram denominadas como ‘ajuda de custo’ e várias empresas relataram que chegaram a pagar até 50 mil reais por mês.

A atual senadora Kátia Abreu (PMDB/TO), que comandava o Ministério da Agricultura em 2015, foi contra a indicação do funcionário, que acabou tomando posse por pressão da bancada paranaense no Congresso.

QUERIDINHO DOS MINISTROS

Osmar Serraglio (Ministro da Justiça) e Ricardo Barros (Ministro da Saúde) defendem Daniel Gonçalves a todo custo.

Já a PF afirmou que Gonçalves era “líder de uma quadrilha”.

(informações de Maurício Lima da Veja)

 

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