Dona Marisa tenta escapar de depoimento à PF e delegado manda recado: Ou vai por bem ou vai de camburão

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Márcio Anselmo, delegado da Polícia Federal (PF) e integrante da força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato, decidiu (na última sexta 12/08) manter os depoimentos de Lulinha e Dona Marisa para prestar esclarecimentos sobre o sítio de Atibaia

A defesa de Fábio Luis Lula da Silva e de Dona Marisa Letícia tentou cancelar o depoimento alegando à PF que eles iriam permanecer em silêncio durante a oitiva e que o deslocamento de ambos (para prestar depoimentos) seria inútil, conforme as exatas palavras abaixo:

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“Tendo em vista o grande estardalhaço realizado pela imprensa a respeito dos fatos apurados”, a cliente pretende usar o direito constitucional de permanecer em silêncio. Os advogados dizem que, por essa razão, o deslocamento de Marisa a Curitiba, ou outro local, “se mostra inútil”.

Os advogados da família Silva também invocaram o Código de Processo Penal para sustentar que familiares não são obrigados a prestar depoimento contra um acusado.

O que vimos acima é o seguinte: Familiares do ex-presidente Lula querendo mandar na Justiça e exigindo um tratamento diferenciado dos demais brasileiros.

O delegado Márcio Anselmo criticou a tática da defesa dos familiares do ex-presidente

“Lamentável posição por parte dos referidos que, além de serem críticos da condução coercitiva, cuja validade já fora reconhecida no julgamento do HC 107.644 sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski, julgado em 06/09/2011, apesar de sempre terem alegado estarem à disposição das autoridades para esclarecimento dos fatos, quando intimados buscam evitar comparecimento, notadamente diante de tantos fatos serem esclarecidos pelos ora peticionantes”, disse o delegado.

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