Dilma quase exonerou comandante do exército que declarou estar ao lado do povo durante as manifestações

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Fontes ligadas ao planalto disseram que a presidente Dilma quase demitiu o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, por ele divergir de eventual emprego de tropas contra manifestações pelo impeachment, no último dia 15 de novembro.

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Villas Boas  declarou, no último dia 9, que o exército exército estaria em uma situação extremamente difícil, mas que jamais agiria contra o povo (leia mais…).

O impasse foi superado a tempo e contou com a mediação do ministro Aldo Rebelo (Defesa), cuja assessoria nega o caso.

Dilma anda com o general Villas Bôas entalado: ela achou “amena” a punição ao general rebelde Antônio Mourão, crítico do seu governo.

Por autorizar um tributo ao coronel Brilhante Ustra, suposto torturador, o general Mourão foi destituído do III Exército para virar um burocrata.

Dilma também não gostou quando Villas Boas cumpriu a lei e cassou medalhas militares de mensaleiros como José Genoino e João Paulo Cunha

(redação do Diário do Brasil com informações do Diário do Poder)

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