Depois da quebra de Eike Batista, Grupo JBS/Friboi poderá ser o próximo da fila

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Com o status de maior frigorífico do mundo e ligado diretamente ao ex-presidente Lula e à ex-presidente Dilma Rousseff, o Grupo Friboi deu um salto astronômico, tornando-se o maior e mais poderoso frigorífico do planeta.

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Durante os últimos anos, a empresa foi comprando e aniquilando toda a sua concorrência, transformando-se numa espécie de Grupo EBX (grupo de Eike Batista) do ramo da carne.

O grupo foi o segundo maior financiador das campanha de Lula e Dilma e chegou a doar a vultuosa quantia de mais de 40 milhões de reais à campanha petista, nas últimas eleições.

O JBS/Friboi foi uma das companhias escolhidas durante a gestão de Lula para receber volumosos empréstimos públicos que tinham o objetivo de fazê-las crescer e se expandir para o exterior. Na transação, o BNDES acabou virando sócio da companhia.

De acordo com uma matéria divulgada na Folha, o BNDES teria injetado, por meio da compra de ações e títulos, R$ 12,8 bilhões em frigoríficos como JBS, Marfrig e Independência desde 2007. A cifra corresponde a 9% do orçamento do banco em 2014.

Dilma Rousseff (PT), temendo desgastes durante seu mandato, teria orientado que agentes públicos ficassem atentos aos movimentos do grupo JBS.

Em todo país, existem hoje pelo menos 30 promotores de Justiça se debruçando sobre questões legais do grupo.

A JBS caiu na mira de vários órgãos fiscalizadores com denúncias de trabalho escravo, sonegação de impostos e monopólio de mercado.

No começo do ano, Joesley Batista, um dos donos do conglomerado, foi denunciado pelo Ministério Público Federal por sonegar R$ 10 milhões em dois anos.

É muita coincidência o fato de que um dos maiores doadores de campanha do PT tenha se tornado uma das empresas mais rentáveis do país e, com a queda do Partido dos Trabalhadores, a empresa também comece a sucumbir.

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