Colômbia vive surto de zika. Mais de 22 mil casos foram registrados

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Apenas nas quatro primeiras semanas de 2016, quase 11 mil pessoas foram contaminadas na Colômbia, o segundo país mais afetado pelo vírus depois do Brasil

A Colômbia registrou 22.612 infectados pelo vírus zika, entre eles 2.824 grávidas, além do aumento de Guillain-Barré, informa o o último boletim epidemiológico divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde neste sábado, com dados de até 30 de janeiro.

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A síndrome de Guillain-Barré está relacionada a três mortes por causas associadas ao zika, que afeta grande parte da América Latina.

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, disse que os casos da síndrome de Guillain-Barré, diante do número de casos que se tinha anteriormente, registraram um aumento de 66% .

Apenas nas quatro primeiras semanas de 2016, quase 11 mil pessoas foram contaminadas na Colômbia, o segundo país mais afetado pelo vírus depois do Brasil.

OInstituto Nacional de Saúde confirmou as três primeiras mortes associadas ao zika no país.

O vírus zika está presente em 205 municípios da Colômbia, 43% deles na região central do país e 20,9% no Caribe, onde se comemora nesta semana o carnaval de Barranquilla.

Dos casos notificados, 1.331 foram confirmados por laboratório e 21.281 por sintomas dos pacientes em clínicas. Há também 3.033 casos suspeitos em todo o país.

Entre as grávidas, 330 têm resultados positivos de laboratório. As mulheres concentram 64,8% dos casos.

Na última sexta-feira (5) ONU pediu que se autorize o aborto em países afetados pelo zika. Já as autoridades colombianas recomendaram aos casais em janeiro que adiem a gravidez entre seis e oito meses.

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