O ex-presidente Lula apresenta um comportamento sinistro

Depois de ver vários de seus aliados, financiadores de campanha e parceiros de fundação do PT serem presos pelo juiz Sérgio Moro, Lula simplesmente virou as costas para todos.

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É o caso de José Dirceu, José Genoíno, João Vaccari Neto, Nestor Cerveró, Renato Duque, Delcídio Amaral, Marcelo Odebrecht, Ricardo Pessoa, entre tantos outros.

Lula abandonou todos!

Diante da câmeras, o petista se comporta como se fosse o ‘homem mais honesto do país’.

Fora dos holofotes e dos palanques, o ex-presidente é uma pessoa sinistra, egocêntrica e traidora.

O jornalista Reinaldo Azevedo conseguiu definir o comportamento do ex-presidente de forma precisa:

“Lula é da escola do russo Stanislavski: ele realmente entra na personagem; ele assume a máscara de forma convincente. Ele fala, e a gente acredita que ele é, de fato, quem ele diz ser. Seu rosto, seu olhar, seus esgares, sua coreografia… Tudo, enfim, coincide com aquele que ele finge ser. Lula é a farsa de Lula.”

LULA ELOGIA TEMER E CRITICA DILMA

Durante essa semana, Luíz Inácio fez uma confidência para um ex-chefe de uma pasta importante do governo:

“Michel Temer está fazendo tudo certo na economia”.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.

Lauro ainda foi além: De acordo com ele, o petista não era ‘muito feliz’ com as estratégias governamentais de Dilma. 

Será que Dilma não merecia o mínimo de consideração por parte de Lula?

O PSIQUIATRA QUE DIAGNOSTICOU LULA

“Personalidade psicopática e transtorno incurável”

O psiquiatra Ednei Freitas fez um diagnóstico da personalidade de Lula. Os exames informam que o ex-presidente é portador de um tipo de transtorno dificilmente curável. Os afetados por essa disfunção não saem da cadeia melhor do que entraram.

O quadro clínico para esse tipo de psicopata é assim descrito:

“Os pacientes podem mostrar-se altivos e dignos de credibilidade ao entrevistador. Entretanto, sob a aparência (máscara de sanidade) existe tensão, hostilidade, irritabilidade e cólera. Entrevistas provocadoras de estresse, nas quais os pacientes são vigorosamente confrontados com inconsistências em suas histórias, podem ser necessárias para a revelação da patologia. Até mesmo os profissionais mais experientes já foram enganados por tais pacientes”. (leia a matéria completa aqui)